Medicina da Floresta
Conhecida como o cipó da alma, é uma bebida sagrada usada há séculos por povos originários da Amazônia em rituais de cura, reflexão e autoconhecimento.
A ayahuasca é uma medicina ancestral utilizada há séculos por povos indígenas da Amazônia em contextos espirituais, terapêuticos e de autoconhecimento. O termo tem origem nas línguas indígenas da região e geralmente é traduzido como “cipó da alma” ou “cipó dos espíritos”.
Seu uso em rituais busca ampliar a consciência, promover reflexão profunda e favorecer processos de cura interior, sempre com respeito à tradição e ao acompanhamento espiritual.

A cura não é um destino, mas um caminho de volta para quem realmente somos.
O preparo tradicional é feito a partir da decocção de duas plantas: o cipó Banisteriopsis caapi, o Jagube, e as folhas do arbusto Psychotria viridis, a Chacrona. O cipó é limpo e macerado, depois colocado em camadas com as folhas, em grandes panelas com água, onde o chá cozinha devagar.
Esse cuidado pode durar muitas horas, às vezes dias: colheita, limpeza, maceração, camadas e o fogo longo. Em muitas tradições, o preparo vem acompanhado de cantos, rezas e concentração, reforçando o caráter sagrado da medicina.

Ao final desse processo surge o chá conhecido como ayahuasca, considerado sagrado em diversas tradições amazônicas e preparado com profundo respeito, intenção e acompanhamento espiritual.
No Instituto Lorena Alves, o convite é chegar com honestidade, tempo e escuta. A medicina pede preparo, e o caminho continua depois do encontro, na integração do que foi vivido.

Chacrona
Psychotria viridis

Jagube
Banisteriopsis caapi
Saberes tradicionais que atravessam gerações e territórios.
Experiências subjetivas que pedem presença e integração.
Preparação, orientação e cuidado em todas as etapas.
Assista ao vídeo abaixo para entender melhor o contexto e a tradição.
Quer saber mais ou agendar uma conversa?
Estamos à disposição para acolher você com cuidado e escuta.